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Mosha, a elefante que ganhou uma prótese e um amigo

1 de julho de 2016

Lindo demais…

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Uma história de uma elefante que ganhou uma prótese. Uma história de uma ligação eterna entre o animal e o cirurgião que o ajudou. Uma história fantástica.

Quando tinha 2 anos, Mosha perdeu uma perna. Pisou um mina, na fronteira entre a Tailândia e Mianmar, e ficou ferida para sempre. O cirurgião Therdchai Jivacate entrou no terreno, para criar a primeira prótese para um elefante.

Mas esta história é muito mais do que a criação de uma prótese… É a história da união do cirurgião ortopédico Therdchai Jivacate – que acompanhou o crescimento de Mosha e teve de substituir essa
prótese – e um animal que foi vítima do Homem.

Jivacate esteve na origem do primeiro hospital tailandês para grandes animais. E desde que foi criado, já acolheu mais de 400 elefantes feridos. Mosha nunca esqueceu o médico que mudou a sua vida. E este vídeo comprova-o.

Fonte: PT Jornal

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NA HORA DO ALMOÇO

3 de maio de 2016

Eu prestava sempre muita atenção ao Chico, quando almoçávamos com ele em sua casa. Às vezes ele era servido, mas, não começava a comer enquanto todos que estavam à mesa não fossem servidos também. Ele aguardava sempre que todos, especialmente as mulheres, começassem a comer, para só depois ele fazer o mesmo.

Numa dessas ocasiões eu disse a ele:

— Chico, você não vai comer? Ele me respondeu:

— Vou sim, meu filho, mas olhe lá na porta.

Eu olhei e vi os gatos ali na porta olhando para o Chico. Ele disse:

— Como é que eu posso comer, se eles estão olhando para mim? Vocês me desculpem, mas eu primeiro vou dar comida a eles e já volto.
Acompanhei o Chico até o quintal, ele serviu os gatos e depois voltamos à mesa para almoçar. Nesse momento, Chico nos disse:

— Como eu posso comer com eles todos olhando para mim, também querendo se alimentar?

Foto: http://www.vinhadeluz.com.br/site/noticia.php?id=1437

Do livro "Nossos Momentos Com Chico Xavier – O homem chamado Amor" – Oswaldo Godoy Bueno
Capítulo " NA HORA DO ALMOÇO "

animais_nossos_irmaos OS ANIMAIS NO MUNDO ESPIRITUAL

20 de abril de 2016

OS ANIMAIS NO MUNDO ESPIRITUAL
Fausto Fabiano da Silva
http://www.oclarim.com.br/?id=7&tp_not=2&cod=1737

A existência de certos animais, normalmente domésticos, no mundo espiritual, descritas em obras mediúnicas, tem levantado críticas que chegam a dizer que essas descrições não são Doutrinárias. Porém, existe um interessante caso de uma cachorrinha chamada Mika, relatado na Revista Espírita de maio de 1865, que, depois de morta, é percebida pelos seus donos, fato esse que torna o assunto merecedor de mais atenção, para não cairmos em conclusões equivocadas. Vejamos o relato:

“Ultimamente, pelo meio da noite, estando deitado, mas não dormindo, ouço partir dos pés de meu leito aquele gemidinho que soltava a pequena galga, quando queria alguma coisa. Fiquei de tal modo impressionado que estendi o braço fora do leito, como se a quisesse atrair para mim e julguei mesmo que ia sentir suas carícias. Ao me levantar de manhã, contei o fato à minha mulher, que disse: ‘Ouvi a mesma voz, não uma, mas duas vezes. Parecia vir da porta de meu quarto. Meu primeiro pensamento foi que a nossa pobre cadelinha não estava morta e que, escapando da casa do veterinário, que dela se teria apropriado graças à gentileza, queria voltar à nossa casa”.

E prossegue ainda: “Minha pobre filha doente, que tem sua caminha no quarto da mãe, afirma que também ouviu. Apenas lhe pareceu que a voz não partia da porta de entrada, mas do próprio leito de sua mãe…”.

Tudo poderia ser bem simples, se déssemos alguma outra causa ao som que foi ouvido. Porém, as palavras de um espírito sobre o ocorrido, realizada em comunicação mediúnica, em 21 de abril de 1865, pelo médium Sr. E. Vézy, na mesma Revista Espírita, pode alterar o rumo das conclusões, e esse espírito diz, textualmente: “A manifestação, portanto, pode ocorrer, mas é passageira…”, podemos, então, partir para a hipótese de que, se essa opinião for verídica, a frase encontrada em O Livro dos Espíritos, questão 600 (sobre os animais): “Não lhe é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas” poderá ser interpretada como uma tendência geral, e não como princípio absoluto e inflexível.

Por outro lado, a afirmação sobre a erraticidade, encontrada em O Livro dos Médiuns (Capítulo XXV, das Evocações): “Assim, no mundo dos Espíritos não há Espíritos errantes de animais, mas somente Espíritos humanos”, muito utilizada para questionar a existência dos animais no mundo espiritual, é facilmente resolvida. Ora, na questão 600 de O Livro dos Espíritos, o conceito de errante é claramente relacionado, exclusivamente com o espírito humano: “O Espírito errante é um ser que pensa e obra por sua livre vontade”; dessa maneira, não existem espíritos de animais errantes, pois estes não pensam como os seres humanos, nem têm o correspondente livre-arbítrio; entretanto, isso não quer dizer que não existam animais no plano espiritual, já que, “errante”, segundo evidenciam os espíritos, é uma condição tipicamente humana. Podemos fazer uma analogia, para entendermos melhor o assunto, lembrando o conceito de “cidadão”, na Grécia Antiga, que era relacionado apenas a uma minoria de homens livres, o que não excluía da realidade social a existência de outras pessoas, como as mulheres. Pensando dessa maneira, podem existir animais, no plano espiritual, porém, errantes, somente os espíritos humanos desencarnados.

O pesquisador espírita italiano, Ernesto Bozzano, autor de diversas obras, entre as quais, um livro, “A Alma nos Animais”, publicado, originalmente, em italiano, com o título Animali e manifestazioni metapsichici, em 1923, portanto, antes da série André Luiz, relata vários casos de espíritos de animais que são vistos ou ouvidos por uma pessoa ou várias, aumentando a possibilidade de esses fatos serem verdadeiros (1). Um dos casos estudados por esse autor descreve o aparecimento de uma gata, depois de morta. Vejamos as conclusões de Ernesto Bozzano sobre o caso:

O caso acima mencionado é bastante interessante e significativo, primeiro por causa da natureza inquestionável do fato; depois, porque o fantasma foi visto por quatro pessoas em momentos diferentes, o que elimina a hipótese de alucinação pura e simples. Tendo em vista este fato, apenas duas hipóteses podem explicar o caso: a primeira consistiria na suposição de que se tratava da visão de uma gata viva que teria sido confundida com a gata falecida; a segunda seria a hipótese espiritual-telepática. Refiro-me à primeira explicação pelo simples dever de relator, pois nossos leitores já terão percebido que esta suposição não se sustenta perante a análise das circunstâncias. Primeiramente porque, no caso em análise, tratava-se de uma gata exótica, única do seu tipo, no local onde o acontecimento se passou, e caracterizada por uma pelagem típica dos gatos persas, circunstâncias estas que tornariam absurdo pressupor que quatro pessoas, em plena luz do dia, tivessem podido se equivocar na identificação. Em seguida, porque observamos que a gata apareceu mancando, exatamente como o animal morto. Em terceiro lugar, porque a gata-fantasma não apresentou sinais em nenhum momento de que ouvia as pessoas chamarem-na – o que teria sido inverossímil caso se tratasse de uma gata viva, e que, em contrapartida, constitui um traço característico da maior parte dos fantasmas telepáticos e espiritual-telepáticos, que não possuem a consciência do meio em que se encontram. Finalmente, não devemos esquecer que o pequeno fantasma desapareceu inúmeras vezes diante dos percipientes de uma maneira sutil e inexplicável. Sem nada a acrescentar, o que acabo de afirmar é suficiente para demonstrar que a hipótese da visão de uma gata viva, vista por quatro pessoas que a confundiram com a gata falecida, não se sustenta diante do exame dos fatos. Somos obrigados a concluir que o episódio em questão é certamente um exemplo autêntico de aparição do fantasma de um animal defunto.

José Herculano Pires, no livro “Mediunidade, Vida e Comunicação”, tem uma opinião interessante sobre esses fenômenos que vale também a pena citarmos:

A sobrevivência da forma animal confirma a teoria espírita a respeito, enquanto a psicocinesia revela a possibilidade de controle dessas formas pelo poder mental dos espíritos. As manifestações de fantasmas-animais não são naturalmente conscientes como as de criaturas humanas, mas são produzidas por entidades espirituais interessadas nessas demonstrações, seja para incentivar o maior respeito pelos animais na Terra, seja por motivos científicos.

Na visão de Herculano, os fantasmas animais não apareceriam de forma espontânea, mas somente através da vontade de espíritos humanos; só resta saber se o elemento espiritual dos animais que sofre a ação dos espíritos estaria realmente vivo ou se trata de uma aparência. Se os princípios espirituais de certos animais poderiam ser vistos pelos encarnados, sob a ação dos Espíritos, poderiam muito bem existir, no plano espiritual, sob essa mesma ação, sem que isso tivesse o poder de alterar a Lei Geral (L.E. questão 600) e de serem, na grande maioria, quase imediatamente utilizados. Da mesma maneira que o princípio geral de ir e vir, presente na Constituição brasileira, não é alterado por algumas restrições a esse direito, como, por exemplo, a necessária autorização para entrar em propriedade privada.

Não podemos esquecer a conclusão de Allan Kardec sobre essa problemática, escrita na Revista Espírita, de maio de 1865: “Quando tivermos reunidos documentos suficientes, resumi-los-emos num corpo de doutrina metódico, que será submetido ao controle universal. Até lá, são apenas balizas postas no caminho, para o esclarecer.” (2)

Notemos que, em maio de 1865, já tinha sido publicada a segunda edição de O Livro dos Espíritos e, com esse livro, a questão 600, e também O Livro dos Médiuns e, mesmo assim, Kardec entendeu que seria melhor reunir novos estudos, evitando uma palavra final sobre o assunto. Da mesma forma, Ernesto Bozzano, nas conclusões do seu livro “A Alma nos Animais”, não nos dá uma resposta categórica: “Eis o porquê da conclusão legítima de que tudo concorre para demonstrar a realidade da existência e da sobrevivência da psique animal; embora, conforme recomendam os métodos de pesquisas científicas, antes de nos pronunciarmos definitivamente a esse respeito, é necessário esperar um acúmulo posterior de fatos…”.

Essas conclusões não definitivas sobre os fatos e a necessidade de mais estudos obrigam os espíritas a serem mais cautelosos e, consequentemente, seria de boa educação guardar silêncio respeitoso, antes de classificar essas descrições de fantasiosas, ou antidoutrinárias, mesmo porque elas podem ser verdadeiras…

(1) No fenômeno da visão ou audição de espíritos de animais, não seria necessária a união fluídica entre o homem e o animal, como alguns pensam. Mesmo porque, essa união é impossível, devido à diferença evolutiva brutal entre ambos. Essas percepções de animais mortos entrariam, por isso, numa outra categoria de fenômenos, da mesma maneira que os Espíritos humanos podem aparecer para certos animais (Livro dos Médiuns em “Da Mediunidade nos Animais”) sem que exista nenhum intercâmbio fluídico entre ambos.

(2) Na Revista Espírita de setembro de 1865 (Alucinação nos Animais), A. Kardec deu a seguinte explicação para este fato: "UM OUTRO MOTIVO HAVIA FEITO ADIAR A SOLUÇÃO RELATIVA AOS ANIMAIS. ESSA QUESTÃO TOCA PRECONCEITOS HÁ MUITO TEMPO ENRAIZADOS E QUE TERIA SIDO IMPRUDENTE CHOCAR DE FRENTE". Quer dizer, Kardec necessitava de argumentos mais sólidos para seguir adiante em sua pesquisa sobre os animais, por isso, nesse mesmo artigo disse que: "QUANDO VIER A SOLUÇÃO DEFINITIVA, EM QUALQUER SENTIDO QUE ELA OCORRA, DEVERÁ SE APOIAR SOBRE OS ARGUMENTOS PEREMPTÓRIOS QUE NÃO DEIXARÃO NENHUM LUGAR À DÚVIDA;…". (Nota do A Era do Espírito)

Referência Bibliográfica

– KARDEC, Allan. Revista Espírita. Maio de 1865. Disponível em < http://www.febnet.org.br/site/ > Acesso em: 15 set. 2011.
– KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 67. ed. São Paulo: Ed. Lake, 2007.
– idem. O Livro dos Médiuns. 25. ed. São Paulo: Ed. Lake, 2007.
– PIRES, José Herculano. Mediunidade. 5. ed. São Paulo: Ed. Edicel, 1984.
– BOZZANO, Ernesto. A Alma nos Animais. Disponível em < http://www.autoresespiritasclassicos.com/ > Acesso em: 15 set. 2011.

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Os Beija-flores E Suas Magníficas Cores

18 de abril de 2016
Os beija-flores – ou colibris – são passarinhos muito conhecidos por seu longo bico, seu tamanho diminuto e sua capacidade de ficarem imóveis em voo, além de voar para trás. Centenas de espécies podem ser encontradas nas Américas, cada uma com suas cores e beleza própria. Para nosso orgulho, das 757 espécies de beija-flores que existem, 754 foram descobertas e catalogadas pelo cientista brasileiro Augusto Ruschi (1915-1986), um grande lutador pela causa da proteção ambiental.

Esta elegante ave pode bater suas asas 52 vezes por segundo, fazendo com que seja difícil capturar nitidamente a graça dos seus movimentos. De qualquer forma, os fotógrafos fizeram um admirável trabalho, como se pode ver.

Se você quiser saber mais sobre o trabalho de Augusto Ruschi, cliqueaqui.

Calothorax pulcher
beija-flor, ave, colibri
Imagem de Alexis Coram
Heliodoxa jacula
beija-flor, ave, colibri
Imagem de Chris Morgan
Calypte Anna
beija-flor, ave, colibri
Imagem de Catsbow
beija-flor, ave, colibri
Imagem de Good-e-Nuf
Thalurania colombica colombica
beija-flor, ave, colibri
Imagem de Stephen Tabone
Panterpe insignis
beija-flor, ave, colibri
Imagem de Mauro Roman

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=6365

A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

12 de abril de 2016

A ligação entre um animal de estimação e sua/seu cuidador é frequentemente forte e profundo. Animais ressoam conosco de uma forma profunda o que poucos humanos conseguem. Isto é devido ao fato de que os animais não têm um ego. Eles não têm “coisas” no caminho do seu amor e sua ligação com o Divino. Eles amam incondicionalmente .. e estão constantemente fazendo serviços para nós, de formas que muitas vezes não reconhecemos. Podemos alimentá-los, prepará-los, levá-los ao veterinário para vacinas, e em troca eles acalmam nossas almas de uma forma sutil, mas perceptível.

Quanto mais estamos abertos aos dons espirituais que nossos animais de estimação trazem para nós, mais eles podem compartilhar seus dons. Os animais são uma grande bênção para as pessoas que fazem trabalhos de cura. Curadores
amam os seus talentos e a alegria que esses talentos trazem para os outros, mas eles muitas vezes se sentem drenados por uma falta de energia recíproca. Eles se doam muito e não receberem tanto de volta. Animais, pela sua natureza, transmutam a energia desarmônica de stress. Eles são como faxineiros espirituais que entram em nossa consciência e enxugam as gotas do tumulto emocional derramado que o dia deixa para trás. A comunidade científica valida este conceito. Estudos têm sido feitos que mostram que pessoas com um animal de estimação se recuperam mais rapidamente de uma operação, ou que os donos idosos de animais vivem vidas mais longas e saudáveis ​​do que os que não os possuem.

A consciência do ser humano é espelhada pela consciência do animal. Quando estamos prestes a dar um salto na consciência, um animal pode entrar em nossa vida para representar essa mudança e para ajudar nessa transição. Se já temos animais de estimação e estamos passando por uma transição, por vezes, o animal pode ter um problema de saúde, pode fugir ou até mesmo morrer.

Enquanto pesquisava para este artigo, eu encontrei informações fascinantes sobre a evolução dos animais nos escritos de Paramahansa Yogananda. O Hindu metafísico afirma: “A atenção, intuição e evolução dos animais pode ser acelerada através de treinamento por uma pessoa intuitiva. Ouça os sons diversos proferidas por diferentes animais quando estão felizes, agitados, ou ciumentos, e você vai gradualmente ser capaz de interpretá-los e usá-los para conversar com os animais e ajudá-los a acelerar sua evolução.Telepatia mental pode, de fato, ser estabelecida entre seres humanos e seus animais de estimação. Companhia humana pode acelerar a intuição dos animais e, assim, acelerar sua evolução. Lembre-se que Deus está em tudo.”

Se você é uma pessoa metafisicamente orientada, você pode confiar que a alma de seu animal de estimação foi dirigida para você, a fim de se beneficiar de seu nível de consciência. A energia do animal está sendo levantada, talvez porque quer dar o salto de uma espécie para a outra em sua próxima encarnação. Você está apoiando esse animal na preparação para o salto. Em troca, seu animal de estimação está lhe servindo incansavelmente em um nível subconsciente. Há um equilíbrio natural e harmonioso maravilhoso que existe entre vocês dois.

Uma vez que os animais nos ajudam a transmutar nossa infelicidade e negatividade, animais de estimação nos ajudam a tornar-se uma pessoa de maior qualidade. Quando estamos receptivos e conscientes do trabalho subconsciente que nossos animais de estimação estão fazendo, vamos estar mais dispostos a servir e cuidar deles, o que ajuda a acelerar a sua evolução da alma. É uma situação ganha-ganha.

Isso não é dizer que os humanos sejam uma espécie superior, mas todos nós já conhecemos animais que são quase humanos, como se estivessem na linha divisória entre as espécies. Alguns animais tem o desejo de ter a experiência da alma do ser humano – e podemos ajudar os animais com esse desejo.

Nós, por nossa vez, temos muito a aprender com nossos amigos animais.Os seres humanos têm um ego mais desenvolvido do que os animais, e é óbvio que o nosso ego pode nos ajudar ou nos prejudicar. Devemos usar nossa força de vontade sabiamente. Aprendemos a ser humildes na presença de animais, para tornarmos mais amáveis e menos egoístas. Através de nossos animais de estimação, podemos aprender a aproveitar a energia do nosso ego para realizar ações positivas e construtivas.

FONTE: osegredo

Cisne usa o pescoço para abraçar o homem que salvou sua vida

11 de abril de 2016

Lindo demais… para começar a semana bem…CISNE injured swan 01

Cisnes não são particularmente animais afetuosos ou gentis. Eles são territoriais e podem ser muito intimidantes. É por isso que é tão chocante ver um cisne ferido abraçando Richard Wiese, o apresentador do programa de televisão “Born to Explore”.

Alguns anos atrás, Wiese foi visitar uma colônia de cisnes quando ele se deparou com o cisne que tinha sido ferido após voar em uma cerca de arame. Wiese ajudou a segurar e a examinar o pássaro

“Quando eu o colocava perto de mim eu podia sentir seu coração batendo e ele relaxou seu pescoço e o envolveu em torno do meu”, disse Wiese. “É um momento maravilhoso quando um animal confia totalmente em você.”

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Fonte http://misteriosdomundo.org/

Chakras dos Animais

6 de abril de 2016

Principais chakras dos animais

Chakra Braquial
Branco ou colorido
Não está ligado a nenhuma glândula.
Localização: em cima de cada escápula.
Esse chakra tem como função energizar os outros chakras. É um chakra que se liga fortemente aos outros animais, inclusive os animais humanos.

Chakra Básico
Vermelho.
Glândula que energiza: supra renais.
Localização: região do períneo.
Responsável pelo instinto de sobrevivência, vitalidade e aterramento.

Chakra Sexual ou Umbilical
Laranja.
Glândula que energiza: testículos e ovários.
Localização: logo abaixo do umbigo.
Responsável pelo impulso sexual e criatividade. É o chakra mais ligado as emoções.

Chakra Plexo Solar
Amarelo.
Glândula que energiza: pâncreas.
Localização: região do diafragma (boca do estômago).
É para os animais de estimação e os humanos, o centro-chave da interação e comunicação. Quando ativo, em um cão ou gato, esse chakra se liga ao chakra do plexo solar do humano participante e ambos ficam energizados pela conexão. Está fortemente ligado aos aspectos mentais.

Chakra Cardíaco
Verde e/ou rosa.
Glândula que energiza: timo.
Localização: centro do peito.
A energia amorosa é compartilhada entre o animal não-humano e o animal humano.

Chakra Laríngeo
Azul.
Localização: garganta.
Glândula que energiza: tireóides.
Poucos animais desenvolvem esse chakra, embora o potencial esteja lá. As comunicações instintivas dos cães e gato de estimação (latir, uivar, chorar, ronronar, etc) vêm do chakra básico, onde a energia do chakra da garganta é usada para a comunicação consciente com intenção.

Chakra Frontal
Azul índigo.
Glândula que energiza: pineal.
Localização: na frente está um pouco acima da região entre os olho. Na parte de trás (que não aparece na imagem) está próximo a região da nuca.
Como nos humanos, esse é o centro da visão psíquica, e muitos animais de estimação são psiquicamente desenvolvidos muito além das habilidades dos seus donos.

Chakra Coronário
Geralmente de cor violeta, mas podem aparecer nas cores dourada ou branca.
Glândula que energiza: pituitária (também chamada de hipófise).
Localização: topo da cabeça.
É a conexão com o superior, com Deus, com a Consciência em ambos, pessoas e animais.

Detalhe: Com exceção dos chakras básico e coronário, todos os demais chakras estão presentes na frente e atrás, ou em termos técnicos, na região ventral (frente) e região dorsal (costas). O chakra braquial estão localizados nas laterais, um em cima de cada escápula