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Bichinhos não podem usar remédio de gente! Cuidado!

24 de junho de 2009

Bichinhos não podem usar remédio de gente! Cuidado!
 
Você daria remédio de uso veterinário para seu filho? Não? Então por que você continua dando remédios de uso humano para o seu bichinho de estimação? A comparação pode até ser um pouco dura para algumas pessoas, mas, no momento que vive o Brasil, com uma população de 31 milhões de cães e 15 milhões de gatos e com o processo de humanização dos animais, não é tão ilógico assim fazer essa comparação.
Não existem dados sobre a “automedicação animal”, mas, levando-se em conta que as intoxicações por medicamentos são o maior percentual de notificações de agravo à saúde nos humanos, imagine o tamanho desse número, em se tratando de animais domésticos. O que quase ninguém sabe é que algumas substâncias consideradas adequadas aos humanos são extremamente prejudiciais aos animais: os antiinflamatórios feitos à base de diclofenaco, por exemplo, causam importantes efeitos adversos como gastroenterite (vômitos e diarréias) e até mesmo úlcera gástrica, podendo levar o animal a óbito. A aspirina, tão comum em nossos lares, não pode ser administrada para gatos!
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O uso de medicamento humano em animais domésticos causa, entre outras coisas, maior dificuldade no diagnóstico, pois o medicamento pode “mascarar” alguns sintomas importantes para o exame do veterinário.
O mercado farmacêutico nacional conta com excelentes laboratórios que seguem as regras de boas práticas de fabricação, garantindo a qualidade dos produtos, por isso, procure um profissional que esteja interado com esse mercado e exija o que há de melhor e mais específico para o seu animalzinho.
“A indústria nacional tem procurado atender às necessidades específicas dos animais de estimação, produzindo medicamentos veterinários inovadores e buscando também facilitar a vida dos proprietários, com comprimidos palatáveis e que facilitam ajuste de dose”, conta Lucila Doneux Santos, gerente de negócios pet da Agener União Saúde Animal. Ela ainda ressalta que os animais possuem doenças próprias, ou seja, doenças que as pessoas não têm e por isto a importância de que o tratamento seja feito com medicamentos destinados ao uso animal.
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“É uma questão muito simples: existe uma diferença muito grande entre as medicinas humana e veterinária, a medicina humana trata de uma única espécie e a veterinária de inúmeras espécies”, completa Javier Carracedo, veterinário e coordenador de assuntos regulatórios e BPF da ALANAC. “E sinceramente não consigo me lembrar de um fármaco necessário para tratar qualquer patologia animal que não exista na veterinária”.

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