Páscoa…. renascimento?
Homens de verdade são gentis com os animais
| A ação
Com o intuito de espalhar uma mensagem de paz e respeito, o ViSta-se começou essa semana uma campanha chamada “Homens de verdade são gentis com os animais”. Em uma sociedade machista, respeito aos animais muitas vezes é encarado como “coisa de fresco” ou outro termo pejorativo do tipo. Com essa ação, pretendemos mostrar que o caráter de um homem pode começar a ser medido pela forma com que ele lida com a questão dos animais. Obviamente isso não é parâmetro definitivo para julgar ninguém, mas é clara a ligação entre más índoles com ações contra animais. CURTA: www.facebook.com/HomensGentis Por que “homens”? Algumas pessoas têm questionado se este tipo de afirmação – a do título da campanha – pode ser entendida como algo segregador de gênero e/ou machista, afinal, por que não “Pessoas de verdade são gentis com os animais”? É fato que uma visão compassiva em relação à questão animal é bem vinda independentemente de sexo. Mas, como mencionamos antes, existe um preconceito específico sobre a figura do homem que tenta colocar em dúvida a masculinidade do indivíduo se este admite que respeita os animais. Se você, leitor, é homem, já deve ter sentido na pele o que estamos dizendo. Esta campanha é contra o machismo e não devem sobrar dúvidas sobre isso.
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Australiana fica três horas na lama tentando salvar cavalo preso
Nicole tentava acalmar o cavalo Foto: Reprodução / Mail Online
Extra Online
Uma mulher ficou por trê horas na lama, tentando acalmar o cavalo que estava preso em uma praia em Melborne, na Austrália. Nicole Graham passou o tempo inteiro tentando manter a cabeça de Astro alta, para que ele não se afogasse.
O animal de quase 500 quilos corria o risco de se afogar, já que a água do mar estava chegando ao local onde ele estava preso. Astro estava passeando com Nicole e a filha dela, quando caiu na lama de repente. Antes que a australiana pudesse alertar a filha, o pequeno cavalo da menina também ficou parcialmente preso.
O animal ficou preso por três horas Foto: Reprodução / Mail Online
Nicole correu para ajudar a menina de 18 anos e o animal dela. Depois que levou os dois a um terreno firme, a australiana se arrastou na lama, para ajudar Astro. Mas todos os esforços livrar o animal daquela situação só o afundavam mais. Depois de três horas, uma equipe de resgate tirou o cavalo e Nicole da lama.
- Eu estava desesperada. Foi de cortar o coração, ver meu cavalo sofrendo e lutando para sair dali – disse a australiana, que possui mais de 10 cavalos e trabalha com odontologia equina.
Nicole tentava ajudar no resgate Foto: Reprodução / Mail Online
De acordo com informações do jornal “Daily Mail”, Nicole passeia por aquele local há 20 anos e nunca havia percebido que era tão pantanoso, antes do sufoco que passou com Astro.
- Era como se fosse areia movediça. Eu fiquei tão aliviada quando vi os bombeiros chegando, porque estava começando a ficar muito cansada.
Astro precisou ser sedado Foto: Reprodução / Mail Online
Para puxar o cavalo, a equipe de resgate precisou de um trator, emprestado em uma fazenda perto da praia, assim como uma equipe de veterinários cedida pelo agricultor. Um helicóptero também estava à disposição, como último recurso para tirar Astro da lama. O cavalo foi sedado, antes de ser içado pelo trator. O animal escapou da situação um pouco desidratado, mais ainda assim bem de saúde.
O cavalo estava bastante cansado Foto: Reprodução / Mail Online
Nicole estava desesperada com a situação Foto: Reprodução / Mail Online
A equipe de resgate trabalha para salvar o animal Foto: Reprodução / Mail Online
Astro consegue sair Foto: Reprodução / Mail Online
Os dois ficaram bem Foto: Reprodução / Mail Online
IMPORTANTE: Palestra Não humanização dos animais.
Palestra realizada no Grupo Fraternal Francisco de Assis sobre a Não Humanização dos Animais.
O GFFA é uma das muitas Casas Espíritas que realizam o trabalho de Assistência e Tratamento Espiritual dos Irmãos Menores Animais e de seus tutores.
A palestra foi ministrada pelo irmão Gilberto no ano de 2011 no próprio GFFA.
Visite o site para saber sobre os demais trabalhos www.gffa.org.br e visite o blog para saber os endereços das outras casas que também realizam a assistência espiritual de animais www.http://gffa-irmaosanimais.blogspot.com , conscientizar as pessoas em relação a senciência animal e sua não humanização é um ato de amor e caridade.
O link é:
Lindo video…
Fundamental que comecemos a nos unir para acabar com essa obscura indústria. Nós, os possivelmente mais conscientes, que lutamos pelos animais, temos que nos transformar imediatamente…
Par os seres sensíveis deste planeta, uma mensagem mais do que maravilhosa.
Um ótimo 2012, cheio de mudanças….
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=h769MLQ23XA
Fofooooo
PEA Imagens chocantes mostram leão marinho sendo estrangulado por lixo

As imagens não são bonitas: leões marinhos com iscas saindo da boca ou com os pescoços fortemente amarrados, até mesmo cortados, por utensílios para amarrar caixas. Focas com os pescoços circundados por pedaços de redes de pescar.
Os cientistas que estudam esses animais sabem que esse tipo de material pode machucar ou até mesmo matar os animais. Um vídeo, divulgado pelo Departamento de Pesca e Jogos do Alaska, documenta os efeitos de laços, equipamentos de pesca e outros lixos, incluindo um pneu e uma rede – que afogaram um leão marinho.
O vídeo foi postado recentemente no YouTube, para que as pessoas tomem consciência do problema.
Um estudo sobre leões marinhos de Steller, que estão a ponto de serem extintos, descobriu que pedaços de plástico e borracha são os itens mais frequentemente amarrados nos pescoços dos animais, enquanto iscas de metal usadas na pesca de salmão são os itens mais frequentes ingeridos pelos animais.
Entre 2000 e 2007, os pesquisadores encontraram 386 animais com algum tipo de “resíduo” no corpo. “Nós com certeza estamos subestimando o número de animais mortos e feridos pelo lixo”, afirma a pesquisadora do estudo e bióloga do Programa dos Leões Marinhos de Steller, Lauri Jemison.
Jemison afirma que os números são conservadores, já que eles podem perder leões marinhos estrangulados que não vieram até a costa, não estavam visíveis ou que foram para outro local.
Muitas espécies marinhas, incluindo os mamíferos, pássaros e tartarugas, enfrentam problemas parecidos. Nas águas do Alaska, os leões marinhos de Steller e os animais menores ficam presos mais frequentemente do que outros que não são mamíferos com patas de barbatana.
Focas também conseguem, de alguma maneira, ficar com tiras ao redor do pescoço, como os leões marinhos. Mas, de acordo com o cientista Michael Williams, ao contrário dos leões, não parecem engolir muito lixo.
Durante trabalhos intensos nas Ilhas Pribilof, na costa do Alaska, os pesquisadores conseguiram encontrar cerca de 100 focas presas entre uma população de cerca de 500 mil que usam as ilhas como casa durante o verão e o outono. Mas, assim como os leões marinhos, o número provavelmente é bem maior.
De alguma maneira, as focas, e provavelmente os leões marinhos também, estão caindo no mesmo caminho que o lixo.
“A probabilidade de isso acontecer parece muito remota, dado o tamanho do oceano, mas ainda acontece. Acho que isso tem a ver com as zonas de convergência”, afirma Williams. Restos oceânicos convergem formando ilhas, que atraem peixes que procuram abrigos e seus predadores, incluindo as focas.
E não apenas os adultos são pegos, mas também filhotes. As focas jovens – que parecem ter mais tendência a ficarem enredadas, vão ficando cada vez mais “enroladas” pelo lixo ao redor do pescoço, que potencialmente as estrangula. Isso é pior no caso dos machos, que desenvolvem pescoços maiores e crescem mais do que as fêmeas.
Existem diversas maneiras de divulgar o problema. Há uma campanha no Alaska para encorajar as pessoas a “rasgar” seu lixo, diminuindo seu tamanho e potencial de esmagamento, se ele for possivelmente perigoso, antes de jogá-lo fora. Entretanto, os pedaços de plástico ou borracha ainda podem ser ingeridos pelos animais.
Outras soluções incluem reduzir os detritos gerados em barcos ou em terra firme, e usar materiais que não sejam possivelmente perigosos.
Educar a indústria da pesca é outra chave. Os leões marinhos frequentemente pegam iscas enquanto estão procurando comida fácil. De acordo com Jemison, ambos os pescadores comerciais e casuais perdem os salmões e suas iscas, linhas e ganchos para leões marinhos famintos.
Ganchos podem perfurar o esôfago ou estomago dos leões marinhos, matando-os. Os departamentos responsáveis estão tentando encontrar formas de trabalhar com a indústria pesqueira para chegar a soluções, como modificar os materiais ou embarcações, para manter os leões marinhos longe. [LiveScience]
http://hypescience.com/imagens-chocantes-mostram-leao-marinho-sendo-estrangulado-por-lixo/
Cavalo forçado a saltar de plataforma em show no Atlantic City Steel Pier
Amigos e Amigas, Olhem a notícia grave no site da ANDA. Ao final há um link para assinar a petição.
Cavalos serão obrigados a saltar na água de plataforma de 15m de altura
13 de fevereiro de 2012 às 6:00
Por Ali Berman, da Global Animal
Tradução por Patrícia Tai (da Redação)
Cavalo forçado a saltar de plataforma em show no Atlantic City Steel Pier, 1959. Foto: lreed76 via Flickriver
Quem poderia pensar que é uma boa ideia obrigar um cavalo a pular de uma plataforma a 15 metros de altura em uma piscina de 4 metros? Aparentemente, apenas os executivos famintos por dinheiro de Atlantic City.
Infelizmente para os cavalos, o “Diving Horse Show” (tradução: “show de cavalos mergulhadores”) no Atlantic City Steel Pier vai voltar neste verão. O show foi uma grande atração da década de 1920 a 1970, quando foi extinto. O espetáculo cruel envolve um cavaleiro montado em um cavalo que salta de uma plataforma e mergulha na água.
Anthony Catanoso, presidente da Steel Pier, fala que o show “é emblemático, histórico e muito popular.” Ele continua: “Ninguém pode mostrar nenhum registro de que o Diving Horse promovido aqui em Steel Pier tenha prejudicado um animal, ou tenha produzido qualquer tipo de crueldade ou abuso. Nós não faríamos isso”.
Esse discurso é algo parecido com o que costumam dizer os rodeios, os parques temáticos (como o SeaWorld) e os circos, sobre o bem estar dos animais que eles exploram para entretenimento humano.
Segundo o canal de TV NBC10 Philadelphia, Catanoso espera promover o evento no feriado americano de Memorial Day (que ocorre na última segunda-feira de maio).
Os ativistas já preparam petições e protestos. Temos a impressão de que eles não deixarão esse tipo de crueldade voltar a acontecer.
Clique você também e assine a petição contra a volta do “Diving Horse Show”. http://www.change.org/petitions/stop-the-reopening-of-the-cruel-diving-horse-show
Vista-se: Biólogo critica o extermínio de garças em Fernando de Noronha
| Posted: 08 Feb 2012 12:38 PM PST
No último domingo, o programa Fantástico, da Rede Globo, exibiu uma reportagem sobre o extermínio de garças em Fernando de Noronha. As aves estão se multiplicando rapidamente e não estão encontrando predadores naturais por lá, por isso, uma superpopulação do animal foi constatada e o governo contratou adestradores com gaviões para capturá-las. Na matéria, pouco foi falado sobre a crueldade com os animais. O tema principal foram os prejuízos para a aviação, caso as garças continuem se multiplicando na região. Assista à reportagem aqui. Em reportagem semelhante publicada no portal G1, podemos destacar a seguinte frase: “Entre a captura com gaviões e com armadilhas, na primeira fase do trabalho, concluída neste mês de fevereiro, foram eliminadas 168 garças, incineradas após a eutanásia.” Confira aqui a reportagem do G1 na íntegra. O ViSta-se consultou o biólogo vegano Guilherme Carvalho que, gentilmente, enviou os comentários abaixo para esclarecer melhor a situação aos nossos leitores. “A superpopulação de espécies animais invasoras é um problema comum e que geralmente não tem solução ideal. Os animais que colonizam um determinado ecossistema e não encontram predadores não são “culpados”, e devem ter seus direitos respeitados, mas ao mesmo tempo os animais e o ecossistema locais precisam ser preservados de eventuais danos e até extinções de espécies causadas pelos novos habitantes. Essa equação frequentemente não encontra solução, e é pra mim difícil apontar qual seria o caminho mais parcimonioso e mais respeitoso para com a vida. Às vezes, com um trabalho bem feito, pode ser possível intervir nos fatores que facilitam a proliferação da espécie, minando o sucesso reprodutivo daquela população. No caso de Noronha, segundo a reportagem, a destinação adequada do lixo – por mais logisticamente complexa que seja, devido ao isolamento do arquipélago – poderia ser um caminho possível, mas talvez não resolvesse o problema completamente.
Há também maneiras de manejar diretamente a fauna sem necessariamente matar os animais. Se houvesse necessidade, por exemplo, de remover orangotangos de uma área prestes a ser inundada para uma represa qualquer, com certeza os órgãos ambientais não exterminariam os animais; em vez disso, capturariam, sedariam e relocariam os orangotangos para outra área. Acontece que essa operação de manejo é mais custosa, especialmente em se tratando de milhares de garças sendo retiradas de uma pequena ilha no Atlântico. Outro caminho a se pensar seria a esterilização de garças selecionadas de acordo com um entendimento da estrutura populacional, mas isso seria um trabalho gigantesco e caro que as autoridades descartariam sem pensar duas vezes. Embora lidar com espécies invasoras seja um desafio até mesmo para um biólogo que acredite e respeite os direitos dos animais, não devemos aceitar o extermínio como uma saída plenamente aceitável – ao menos não sem examinar cuidadosamente que alternativas existiriam. Acho a solução dada em Noronha particularmente inadequada do ponto de vista do respeito aos animais, porque envolve ao mesmo tempo o adestramento de uns animais silvestres (os gaviões) e o extermínio de animais (as garças).” Guilherme Carvalho é biólogo, representante da ONG de proteção animal Humane Society International (HSI) no Brasil e coordenador do departamento de Meio Ambiente da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). Fonte ViSta-se |
Quem come também morre
| Quem come também morre
Fonte: O Estado RJ http://www.oestadorj.com.br/?pg=noticia&id=8663&editoria=Comportamento Faz sete anos que o documentário “A Carne é Fraca” foi lançado pelo Instituto Nina Rosa. O tema abordado, porém, é cada vez mais atual. Bezerros separados da mãe ao nascerem, bois criados em cubículos para que não gastem energia, animais alimentados com vitaminas para engordarem mais rápido e métodos cruéis de abatimento, para que o empresário lucre cada vez mais. “A carne é uma indústria de US$ 140 bilhões anuais, que ocupa perto de um terço de todo o território do planeta, molda os ecossistemas do oceano e pode determinar o futuro do clima da Terra”, defende Jonathan Foer, em seu livro “Comer Animais” (Ed. Rocco). Nanci Dainezi é vegetariana há 19 anos. Nesse tempo já influenciou a irmã e sobrinhos a se converterem ao vegetarianismo. E explica o motivo: “Escolhi ser vegetariana porque fui visitar uma grande empresa de manufatura de carnes e vi como é o tal processo de ‘fabricação’. Ninguém me influenciou. Eu vi como as indústrias do ramo tratam cruelmente os animais e as pessoas, já que entopem o gado e outras criações com enormes quantidades de hormônios, que vão, fatalmente, acabar nos pratos dos consumidores. Hoje não carrego a angústia de ser conivente com a matança indiscriminada de animais que têm sentimentos e sofrem como seres humanos.” O nutricionista especializado em dietas vegetarianas Doutor George Guimarães é um dos estudiosos que defendem o tema: “A dieta vegetariana pode ser perfeitamente adequada ao organismo humano, desde que observados os nutrientes que não podem faltar. Tendo eliminado o risco de carência, essa dieta se torna mais saudável do que a dieta onívora, uma vez que reduz o risco de doenças crônicas e degenerativas, que são relacionadas ao consumo de alimentos de origem animal.” Especialistas dizem que a dieta vegetariana traz melhorias à saúde Geisa Moterani, nutricionista especializada em gestão e auditoria ambiental, conheceu o vegetarianismo há mais de dez anos e, animada com os benefícios trazidos pela nova dieta, escolheu cursar Nutrição e aprender mais sobre o assunto. “Muitos artigos mostravam que os vegetarianos não padeciam de certas patologias que estavam presentes em pessoas que ingeriam carne. De início, minha maior dificuldade foi no sentido de organizar um cardápio. Sempre gostei de frutas, verduras, etc., entretanto, imaginava que a ausência da carne me faria uma falta imensa no organismo, em termos de nutrientes. No geral, as pessoas comentavam que isso poderia fazer mal à minha saúde, as opiniões eram negativas. Porém, na medida em que caminhava no vegetarianismo, me sentia fisicamente melhor do que antes”, diz Geisa. Dentre todas as vitaminas e nutrientes que o ser humano precisa, apenas a vitamina B12 não é encontrada em frutas e vegetais. Acompanhado por um nutricionista, o vegetariano consome suplementos, que têm qualidade semelhante a da própria vitamina. “A minha decisão veio por eu ser contra o maltrato dos animais. Mas, num segundo momento, percebi melhoras na minha saúde. Após me tornar vegetariano, me curei da diabetes e do colesterol alto, além de melhorar o condicionamento físico”, testemunha o analista de sistemas Alisson Paiva. Os adeptos concordam que a falta de informação constrói o preconceito. Alisson conheceu o tema através do “A Carne é Fraca”,teve o apoio dos amigos, encontrou uma vasta gama de sites e livros com dicas e há quatro anos não come nenhum tipo de carne. E sem sentir falta. |
Instituto Nina Rosa – Projetos por amor à vida |





































